Combinar com as crianças, pontos de encontro fixo e colocar pulseiras de identificação são dicas muito importantes.

O aumento do movimento nas praias do litoral norte de São Paulo amplia a preocupação dos pais com as crianças. Na última temporada, segundo os bombeiros, quase 150 ocorrências de crianças perdidas foram contabilizadas – após o susto, todas foram encontradas e entregues aos familiares.

 

Ubatuba foi a cidade que mais registrou ocorrências envolvendo os pequenos no ano passado, sendo quase 100. O problema no entanto, é comum nas praias cheias.

 

Manter as crianças menores de sete anos ao alcance das mãos e, acima desta faixa etária no campo de visão são recomendações importantes, segundo os órgãos responsáveis.

 

Em caso de perda, os pais e as crianças devem procurar os guarda-vidas. “As características das crianças devem ser informadas aos socorristas, pois eles se comunicam via rádio e enquanto a criança aborda um guarda-vidas, os pais abordam outro, e as chances de as informações baterem são grandes”, disse.

 

Para evitar o desaparecimento de crianças, a corporação recomenda ainda que os pais criem pontos de referência fixos, como os prédios, para que seja um ponto de encontro em caso de problemas.

 

Além disso é recomendada a colocação da pulseira de identificação nos pequenos para ajudar na identificação dos perdidos. Existe também outra tática de colocar a criança perdida nos ombros e bater palma. Isso aconteceu pela primeira vez no Brasil no Guarujá, quando um homem perdeu sua filha. Ela foi colocada no ombro e começaram a gritar o nome dela. A tática foi bem sucedida.

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